Sem remédio

Aqueles que me tem muito amor
Não sabem o que sinto e o que sou...
Não sabem que passou, um dia, a dor
A minha porta, e, nesse dia, entrou.
E é desde então que eu sinto esse pavor.
Esse frio que anda em mim, e gelou
O que de bom me deu Nosso Senhor!
Se eu nem sei por onde ando e vou!!
Sinto os passos da dor, essa cadência
Que já é tortura infinda, que é demência!
Que já é vontade doida de gritar!
E é sempre a mesma mágoa, o mesmo tédio,
A mesma angustia funda, sem remédio,
Andando atrás de mim, sem me largar!

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Quem sou eu

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Eu? Eu não sou somente boa. Sou uma pessoa muito bonita. Generosa e linda – e quem aguentar, aguentou. Como prêmio, terá meu amor. Saberá da minha verdade. Dará boas gargalhadas. Mas terá que suportar uma boa dose daquilo que sinto. Pois, apesar de tudo ser diversão, nada é simples. Nada é pouco quando o mundo é meu. Fernanda Young
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