Poema

Já não procuro a palavra exata

que me pudesse explicar:

ando pelos contornos onde todos os significados

são sutís,são mortais.

Não busco prender o momento belo:

quero vivê-lo sempre mais com a intensidade que exige a vida,

com o desgarramento do salto e da fulguração.

E me corto ao meio e me soltod e mim,duplo coração:

a que vive,

a que narra,

a que se debate

e a que voa-

- na loucura que redimeda lucidez.

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Eu? Eu não sou somente boa. Sou uma pessoa muito bonita. Generosa e linda – e quem aguentar, aguentou. Como prêmio, terá meu amor. Saberá da minha verdade. Dará boas gargalhadas. Mas terá que suportar uma boa dose daquilo que sinto. Pois, apesar de tudo ser diversão, nada é simples. Nada é pouco quando o mundo é meu. Fernanda Young
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