
Meditei muito tempo sobre o sentido da paz. Que só vem dos filhos nascidos, das colheitas feitas, da casa enfim arrumada. A paz nos vem da eternidade, em que ingressam as coisas acabadas, perfeitas. Paz dos celeiros cheios, das ovelhas que dormem, dos lençóis dobrados, paz que apenas da perfeição nasce, paz do que se torna oferenda a Deus, uma vez bem feito.
Saint-Exupéry
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